IBOVESPA 173.714 −0,06% USD/BRL R$ 5,1109 +0,64% S&P 500 7.458 −1,01% NASDAQ 25.520 −1,40% DOW 52.146 −0,77% OURO US$ 4.019 +0,67% BRENT US$ 88,10 +4,59% VALE3 R$ 72,94 −0,05% PETR4 R$ 40,90 +2,53% BBAS3 R$ 20,49 −1,30% EUR/USD 1,1438 −0,05% IBOVESPA 173.714 −0,06% USD/BRL R$ 5,1109 +0,64% S&P 500 7.458 −1,01% NASDAQ 25.520 −1,40% DOW 52.146 −0,77% OURO US$ 4.019 +0,67% BRENT US$ 88,10 +4,59% VALE3 R$ 72,94 −0,05% PETR4 R$ 40,90 +2,53% BBAS3 R$ 20,49 −1,30% EUR/USD 1,1438 −0,05%
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Ibovespa173.714 −0,06%
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Panorama global

Notícias globais

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Atualizado em 18/07/2026, 09h54 (Brasília)
Favorável ao mercadoNeutro / mistoDesfavorável· 🇧🇷 nacional · 🌎 global

📰 Principais manchetes

  • 🌎 Wall Street encerra a semana no vermelho com o selloff de semicondutores: o Nasdaq recua 1,40% e o modelo Kimi K3 da chinesa Moonshot reacende o temor de que os desenvolvedores chineses estejam encurtando a distância na corrida da IA a um custo menor.
  • 🌎 Petróleo dispara (Brent +4,6%, WTI +3,6%) e atinge o maior nível em um mês com a redução do tráfego no Estreito de Ormuz; a alta do diesel surge como nova ameaça à economia dos EUA.
  • 🇧🇷 Ibovespa se mantém perto de 173,7 mil pontos e o dólar fica ao redor de R$ 5,11, com o mercado ampliando a aposta de um corte de 0,25 p.p. na Selic (hoje em 14,25%) na próxima reunião do Copom.
  • 🌎 Juros dos Treasuries recuam para cerca de 4,54% e aliviam o temor de alta de juros do Fed, embora o presidente Kevin Warsh mantenha a porta aberta para novos apertos diante da inflação persistente.
  • 🇧🇷 Petrobras sobe 2,5% na contramão da B3, embalada pela disparada do petróleo e por margens de refino elevadas que impulsionam as empresas de energia.
  • 🌎 Balanços fortes do 2º trimestre e uma economia "Goldilocks", com crescimento saudável e inflação em desaceleração, ajudam a dar sustentação às bolsas apesar do susto com a IA chinesa.

🗓️ Agenda econômica

  • 🇧🇷 Brasil: o Boletim Focus (segunda-feira) traz as projeções de mercado para Selic, inflação e PIB, com foco na aposta de corte de 0,25 p.p. na Selic (hoje em 14,25%) na reunião do Copom de agosto.
  • 🇧🇷 Brasil: o IPCA-15, prévia da inflação de julho, é o destaque doméstico da semana e ajuda a calibrar as apostas para a próxima decisão do Copom; o mercado projeta inflação em torno de 4,9% para 2026.
  • 🌎 EUA: os PMIs preliminares de julho e os pedidos de bens duráveis medem o pulso da atividade em meio ao debate sobre os próximos passos do Fed.
  • 🌎 EUA: a temporada de balanços do 2º trimestre ganha força, com resultados de big techs no radar após o selloff de semicondutores.
  • 🌎 Europa: os PMIs preliminares da zona do euro e sinais do BCE completam a agenda internacional da semana.

Fatos relevantes

  • 🌎 A escalada no Oriente Médio reduz o tráfego no Estreito de Ormuz, por onde escoa cerca de um quinto do petróleo mundial, pressionando os preços de energia e favorecendo exportadoras como a Petrobras.
  • 🌎 O avanço de modelos de IA chineses mais baratos, como o Kimi K3, força os investidores a reavaliar os gastos bilionários das big techs dos EUA com infraestrutura de inteligência artificial.
  • 🇧🇷 No Brasil, dados de atividade mais fracos reforçam a expectativa de início do afrouxamento monetário, e cresce a aposta de um corte da Selic já na reunião do Copom de agosto.
Panorama do mercado

O mercado agora

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🌡️ Termômetro do Trader
Aversão a risco (Risk-off) · 30/100 — Wall Street fecha a semana no vermelho: o selloff de semicondutores se aprofunda e derruba o Nasdaq (−1,40%), com o modelo chinês Kimi K3 reacendendo o temor de concorrência em IA e o VIX saltando acima de 18; o petróleo dispara com a redução do tráfego no Estreito de Ormuz. No Brasil, o Ibovespa se sustenta perto de 173,7 mil pontos, amparado pela aposta de corte da Selic em agosto, pela alta da Petrobras e pelo alívio nos juros do Treasury (4,54%)
PânicoAversãoNeutroApetiteEuforia
Nasdaq −1,40%, selloff de semicondutores fecha semana negativa VIX salta +12,19%, acima de 18 Petróleo dispara (Brent +4,59%) com tensão no Estreito de Ormuz Modelo chinês Kimi K3 reacende temor de concorrência em IA Treasury 10 anos cede a 4,54% e alivia o temor do Fed Aposta de corte da Selic em agosto sustenta a B3 PETR4 +2,53% embalada pelo petróleo

Estados Unidos índices

S&P 5007.457,69−1,01%
Nasdaq25.520,24−1,40%
Dow Jones52.146,42−0,77%
VIX volatilidade18,77+12,19%

Brasil B3 · câmbio

Ibovespa173.714−0,06%
Petrobras PETR4R$ 40,90+2,53%
Vale VALE3R$ 72,94−0,05%
Itaú ITUB4R$ 41,96−1,39%
Bradesco BBDC4R$ 18,29−0,65%
Banco do Brasil BBAS3R$ 20,49−1,30%
Dólar USD/BRL · real mais fracoR$ 5,1109+0,64%

Commodities e câmbio

Ouro US$/oz4.018,80+0,67%
Petróleo Brent US$/bbl88,10+4,59%
Petróleo WTI US$/bbl81,78+3,59%
EUR/USD1,1438−0,05%
Treasury 10 anos4,541%−0,03 p.p.

Fontes: Financial Modeling Prep e Alpha Vantage. Cotações intradiárias, sujeitas a variação durante o pregão. Verde indica alta e vermelho, queda no dia — para o par USD/BRL, alta do dólar significa real mais fraco. Conteúdo meramente informativo; não constitui recomendação de investimento.

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01
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02
Investindo sem estratégia
Comprou ação por dica de amigo, fundo por indicação do banco. Sem plano, sem diversificação real, sem objetivo definido.
03
Conflito de interesses disfarçado
O gerente do banco recomenda o produto que dá mais comissão para ele, não o que é melhor para você.
04
Medo de arriscar — ou arriscando demais
Dois extremos igualmente perigosos. O equilíbrio certo depende do seu perfil, objetivo e horizonte de tempo.
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Dicionário de termos técnicos

Glossário dos conceitos de economia e mercado usados neste BI. Use a busca para filtrar.

Ibovespa

Principal índice da bolsa brasileira (B3); reúne as ações mais negociadas e representa o desempenho médio do mercado acionário nacional.

S&P 500

Índice que reúne cerca de 500 grandes empresas dos EUA; principal termômetro do mercado acionário americano.

Nasdaq

Índice americano com forte peso de empresas de tecnologia; muito sensível ao setor de inovação e semicondutores.

Dow Jones

Índice que acompanha 30 grandes companhias industriais e tradicionais dos Estados Unidos.

VIX

"Índice do medo": mede a volatilidade esperada do S&P 500. Sobe quando aumentam a incerteza e a aversão a risco.

Treasury (juros de 10 anos)

Título público dos EUA cuja taxa é referência global de juros. Alta nos yields costuma pressionar ações e mercados emergentes.

USD/BRL

Cotação do dólar em reais. Quando sobe, o real está mais fraco (desvaloriza).

Dólar

Moeda de referência global. No Brasil, sua alta encarece importações e pode pressionar a inflação.

EUR/USD

Cotação do euro em dólares; principal par do mercado de câmbio mundial.

Ouro

Ativo de reserva de valor e proteção; tende a subir em cenários de incerteza e cair quando os juros reais sobem.

Brent

Petróleo de referência internacional (Mar do Norte); baliza os preços globais do barril.

WTI

Petróleo de referência dos Estados Unidos (West Texas Intermediate).

Selic

Taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Copom. Baliza o crédito e o rendimento da renda fixa.

Copom

Comitê de Política Monetária do Banco Central; decide a taxa Selic a cada cerca de 45 dias.

IPCA

Índice oficial de inflação no Brasil, medido pelo IBGE; referência para a meta de inflação.

IBC-Br

Índice de Atividade Econômica do Banco Central; funciona como uma "prévia" do PIB.

PIB

Produto Interno Bruto: soma de tudo o que um país produz; principal medida do tamanho da economia.

CPI

Índice de preços ao consumidor nos EUA; principal medida da inflação americana.

Fed

Federal Reserve, o banco central dos EUA; define os juros americanos e influencia mercados no mundo todo.

Risk-on / Risk-off

"Apetite" ou "aversão" a risco: quando investidores buscam ativos arriscados (risk-on) ou correm para proteção (risk-off).

Renda fixa

Investimentos com regras de remuneração definidas (Tesouro, CDB, LCI/LCA); mais previsíveis e de menor risco.

Renda variável

Investimentos cujo retorno oscila com o mercado (ações, ETFs, FIIs); maior potencial e maior risco.

CDB

Certificado de Depósito Bancário: título de renda fixa emitido por bancos, com garantia do FGC dentro do limite legal.

Tesouro Direto

Programa de compra de títulos públicos federais por pessoas físicas; considerado o investimento de menor risco do país.

LCI / LCA

Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio: renda fixa isenta de Imposto de Renda para pessoa física.

ETF

Fundo negociado em bolsa que replica um índice (ex.: Ibovespa, S&P 500); diversificação em um único ativo.

BDR

Recibo negociado no Brasil que representa ações de empresas estrangeiras (ex.: Apple, Amazon).

FII

Fundo de Investimento Imobiliário: investe em imóveis ou títulos do setor e costuma distribuir rendimentos periódicos.

Tarifaço

Elevação de tarifas de importação (ex.: pelos EUA); afeta o comércio, as empresas exportadoras e o câmbio.

Termômetro do Trader

Indicador deste site que resume o clima de risco do dia numa escala de 0 (pânico) a 100 (euforia).

Bear market

"Mercado em baixa": queda de 20% ou mais de um ativo ou índice em relação ao pico recente, sinalizando pessimismo.

Semicondutores

Chips que são a base dos eletrônicos e da inteligência artificial; setor de grande peso no Nasdaq e muito sensível ao ciclo de tecnologia.

Dividendo

Parcela do lucro que uma empresa distribui aos seus acionistas, geralmente em dinheiro.

Boletim Focus

Pesquisa semanal do Banco Central que reúne as projeções do mercado para inflação, juros, PIB e câmbio no Brasil.

Goldilocks

Cenário econômico "nem quente nem frio": crescimento sólido acompanhado de inflação em queda, visto como ideal para os mercados.

Commodities

Matérias-primas negociadas globalmente (petróleo, minério de ferro, ouro, grãos); seus preços influenciam moedas e bolsas de países exportadores, como o Brasil.

IGP-10

Índice Geral de Preços – 10, calculado pela FGV; capta preços no atacado, ao consumidor e da construção e funciona como uma prévia da inflação medida pelo IGP-M.

Temporada de balanços

Período em que as empresas divulgam seus resultados trimestrais (lucro e receita); movimenta as ações conforme os números superam ou frustram as expectativas.

Gás natural

Combustível usado em indústria, energia e aquecimento; na Europa, sua alta encarece a energia e pressiona a inflação da região.

Livro Bege

Relatório do Fed ("Beige Book") que resume as condições econômicas das regiões dos EUA; ajuda a antecipar as decisões de juros.

DXY

Índice do dólar: mede a força da moeda americana frente a uma cesta de moedas fortes. Quando sobe, tende a pressionar o real e outras moedas emergentes.

Guidance

Projeção que a própria empresa divulga sobre seus resultados futuros (receita, lucro); frustrar o guidance costuma derrubar a ação.

Magnificent Seven

Apelido das sete maiores empresas de tecnologia dos EUA (como Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon); puxam boa parte do desempenho do S&P 500 e do Nasdaq.

Alavancagem

Uso de recursos de terceiros (dívida) para ampliar posições; potencializa ganhos, mas também perdas, e seu desmonte acelera quedas no mercado.

PPI

Índice de preços ao produtor nos EUA; mede a inflação no atacado e costuma antecipar pressões sobre os preços ao consumidor.

Estreito de Ormuz

Passagem marítima estratégica no Golfo Pérsico por onde escoa cerca de um quinto do petróleo mundial; tensões na região elevam o preço do barril.

Risco geopolítico

Ameaça de conflitos, guerras ou disputas entre países que pode abalar os mercados, elevar o petróleo e aumentar a busca por proteção.

Rotação setorial

Movimento em que investidores trocam ações de um setor por outro (ex.: saem de tecnologia e entram em bancos, saúde ou energia).

FOMC

Comitê de política monetária do Fed que define os juros dos EUA; suas atas são acompanhadas de perto pelos mercados.

Suporte técnico

Nível de preço em que um ativo tende a parar de cair, por atrair compradores; se rompido para baixo, costuma abrir espaço para novas quedas.

PMI

Índice dos Gerentes de Compras (Purchasing Managers' Index): pesquisa mensal que mede a atividade da indústria e dos serviços; acima de 50 indica expansão e, abaixo, contração.

BCE

Banco Central Europeu: define a política monetária e os juros da zona do euro, influenciando o euro e os mercados globais.

SOX

Índice de Semicondutores da Filadélfia: reúne as principais fabricantes de chips dos EUA e é o termômetro do setor de semicondutores, muito sensível ao ciclo de tecnologia e de IA.

Yield

Rendimento (taxa) pago por um título de renda fixa, como os Treasuries; quando o yield sobe, o preço do título cai, e vice-versa.

Margem de refino

Diferença entre o preço do petróleo bruto e o dos combustíveis refinados (gasolina, diesel); quando sobe, aumenta o lucro das refinarias e das empresas de energia.

IPCA-15

Prévia da inflação oficial do Brasil, divulgada pelo IBGE cerca de duas semanas antes do IPCA cheio; ajuda a antecipar a tendência dos preços e a orientar as apostas para a Selic.