Assessoria personalizada, sem conflito de interesses e com estratégia real para quem quer ver o dinheiro trabalhar — não apenas sobreviver à inflação.
| S&P 500 | 7.457,69 | −1,01% |
| Nasdaq | 25.520,24 | −1,40% |
| Dow Jones | 52.146,42 | −0,77% |
| VIX volatilidade | 18,77 | +12,19% |
| Ibovespa | 173.714 | −0,06% |
| Petrobras PETR4 | R$ 40,90 | +2,53% |
| Vale VALE3 | R$ 72,94 | −0,05% |
| Itaú ITUB4 | R$ 41,96 | −1,39% |
| Bradesco BBDC4 | R$ 18,29 | −0,65% |
| Banco do Brasil BBAS3 | R$ 20,49 | −1,30% |
| Dólar USD/BRL · real mais fraco | R$ 5,1109 | +0,64% |
| Ouro US$/oz | 4.018,80 | +0,67% |
| Petróleo Brent US$/bbl | 88,10 | +4,59% |
| Petróleo WTI US$/bbl | 81,78 | +3,59% |
| EUR/USD | 1,1438 | −0,05% |
| Treasury 10 anos | 4,541% | −0,03 p.p. |
Fontes: Financial Modeling Prep e Alpha Vantage. Cotações intradiárias, sujeitas a variação durante o pregão. Verde indica alta e vermelho, queda no dia — para o par USD/BRL, alta do dólar significa real mais fraco. Conteúdo meramente informativo; não constitui recomendação de investimento.
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Glossário dos conceitos de economia e mercado usados neste BI. Use a busca para filtrar.
Principal índice da bolsa brasileira (B3); reúne as ações mais negociadas e representa o desempenho médio do mercado acionário nacional.
Índice que reúne cerca de 500 grandes empresas dos EUA; principal termômetro do mercado acionário americano.
Índice americano com forte peso de empresas de tecnologia; muito sensível ao setor de inovação e semicondutores.
Índice que acompanha 30 grandes companhias industriais e tradicionais dos Estados Unidos.
"Índice do medo": mede a volatilidade esperada do S&P 500. Sobe quando aumentam a incerteza e a aversão a risco.
Título público dos EUA cuja taxa é referência global de juros. Alta nos yields costuma pressionar ações e mercados emergentes.
Cotação do dólar em reais. Quando sobe, o real está mais fraco (desvaloriza).
Moeda de referência global. No Brasil, sua alta encarece importações e pode pressionar a inflação.
Cotação do euro em dólares; principal par do mercado de câmbio mundial.
Ativo de reserva de valor e proteção; tende a subir em cenários de incerteza e cair quando os juros reais sobem.
Petróleo de referência internacional (Mar do Norte); baliza os preços globais do barril.
Petróleo de referência dos Estados Unidos (West Texas Intermediate).
Taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Copom. Baliza o crédito e o rendimento da renda fixa.
Comitê de Política Monetária do Banco Central; decide a taxa Selic a cada cerca de 45 dias.
Índice oficial de inflação no Brasil, medido pelo IBGE; referência para a meta de inflação.
Índice de Atividade Econômica do Banco Central; funciona como uma "prévia" do PIB.
Produto Interno Bruto: soma de tudo o que um país produz; principal medida do tamanho da economia.
Índice de preços ao consumidor nos EUA; principal medida da inflação americana.
Federal Reserve, o banco central dos EUA; define os juros americanos e influencia mercados no mundo todo.
"Apetite" ou "aversão" a risco: quando investidores buscam ativos arriscados (risk-on) ou correm para proteção (risk-off).
Investimentos com regras de remuneração definidas (Tesouro, CDB, LCI/LCA); mais previsíveis e de menor risco.
Investimentos cujo retorno oscila com o mercado (ações, ETFs, FIIs); maior potencial e maior risco.
Certificado de Depósito Bancário: título de renda fixa emitido por bancos, com garantia do FGC dentro do limite legal.
Programa de compra de títulos públicos federais por pessoas físicas; considerado o investimento de menor risco do país.
Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio: renda fixa isenta de Imposto de Renda para pessoa física.
Fundo negociado em bolsa que replica um índice (ex.: Ibovespa, S&P 500); diversificação em um único ativo.
Recibo negociado no Brasil que representa ações de empresas estrangeiras (ex.: Apple, Amazon).
Fundo de Investimento Imobiliário: investe em imóveis ou títulos do setor e costuma distribuir rendimentos periódicos.
Elevação de tarifas de importação (ex.: pelos EUA); afeta o comércio, as empresas exportadoras e o câmbio.
Indicador deste site que resume o clima de risco do dia numa escala de 0 (pânico) a 100 (euforia).
"Mercado em baixa": queda de 20% ou mais de um ativo ou índice em relação ao pico recente, sinalizando pessimismo.
Chips que são a base dos eletrônicos e da inteligência artificial; setor de grande peso no Nasdaq e muito sensível ao ciclo de tecnologia.
Parcela do lucro que uma empresa distribui aos seus acionistas, geralmente em dinheiro.
Pesquisa semanal do Banco Central que reúne as projeções do mercado para inflação, juros, PIB e câmbio no Brasil.
Cenário econômico "nem quente nem frio": crescimento sólido acompanhado de inflação em queda, visto como ideal para os mercados.
Matérias-primas negociadas globalmente (petróleo, minério de ferro, ouro, grãos); seus preços influenciam moedas e bolsas de países exportadores, como o Brasil.
Índice Geral de Preços – 10, calculado pela FGV; capta preços no atacado, ao consumidor e da construção e funciona como uma prévia da inflação medida pelo IGP-M.
Período em que as empresas divulgam seus resultados trimestrais (lucro e receita); movimenta as ações conforme os números superam ou frustram as expectativas.
Combustível usado em indústria, energia e aquecimento; na Europa, sua alta encarece a energia e pressiona a inflação da região.
Relatório do Fed ("Beige Book") que resume as condições econômicas das regiões dos EUA; ajuda a antecipar as decisões de juros.
Índice do dólar: mede a força da moeda americana frente a uma cesta de moedas fortes. Quando sobe, tende a pressionar o real e outras moedas emergentes.
Projeção que a própria empresa divulga sobre seus resultados futuros (receita, lucro); frustrar o guidance costuma derrubar a ação.
Apelido das sete maiores empresas de tecnologia dos EUA (como Apple, Microsoft, Nvidia, Amazon); puxam boa parte do desempenho do S&P 500 e do Nasdaq.
Uso de recursos de terceiros (dívida) para ampliar posições; potencializa ganhos, mas também perdas, e seu desmonte acelera quedas no mercado.
Índice de preços ao produtor nos EUA; mede a inflação no atacado e costuma antecipar pressões sobre os preços ao consumidor.
Passagem marítima estratégica no Golfo Pérsico por onde escoa cerca de um quinto do petróleo mundial; tensões na região elevam o preço do barril.
Ameaça de conflitos, guerras ou disputas entre países que pode abalar os mercados, elevar o petróleo e aumentar a busca por proteção.
Movimento em que investidores trocam ações de um setor por outro (ex.: saem de tecnologia e entram em bancos, saúde ou energia).
Comitê de política monetária do Fed que define os juros dos EUA; suas atas são acompanhadas de perto pelos mercados.
Nível de preço em que um ativo tende a parar de cair, por atrair compradores; se rompido para baixo, costuma abrir espaço para novas quedas.
Índice dos Gerentes de Compras (Purchasing Managers' Index): pesquisa mensal que mede a atividade da indústria e dos serviços; acima de 50 indica expansão e, abaixo, contração.
Banco Central Europeu: define a política monetária e os juros da zona do euro, influenciando o euro e os mercados globais.
Índice de Semicondutores da Filadélfia: reúne as principais fabricantes de chips dos EUA e é o termômetro do setor de semicondutores, muito sensível ao ciclo de tecnologia e de IA.
Rendimento (taxa) pago por um título de renda fixa, como os Treasuries; quando o yield sobe, o preço do título cai, e vice-versa.
Diferença entre o preço do petróleo bruto e o dos combustíveis refinados (gasolina, diesel); quando sobe, aumenta o lucro das refinarias e das empresas de energia.
Prévia da inflação oficial do Brasil, divulgada pelo IBGE cerca de duas semanas antes do IPCA cheio; ajuda a antecipar a tendência dos preços e a orientar as apostas para a Selic.